É raro o dia em que a televisão não nos mostra reportagens de treinos ou jogos de equipas de futebol. Tanto nos treinos como nos jogos podemos observar a presença obrigatória de todos os jogadores, mesmo dos suplentes, dos treinadores, das equipas técnicas e, também, dos Presidentes e das direcções dos clubes.
Não é preciso ser adepto de futebol para perceber que o sucesso da equipa depende da presença e do trabalho empreendedor de todos os actores do futebol, em especial do treinador, de tal modo que não conseguimos imaginar uma equipa a jogar sem a presença do treinador.
Então, porque razão não aplicamos estes princípios nas equipas que dirigimos nas empresas, nas organizações, na administração pública? Será que estas equipas podem ter sucesso com trabalhadores ausentes, com administrações ausentes e com dirigentes ausentes? Como se aceita, com toda a naturalidade, que os dirigentes estejam frequentemente ausentes ?
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