“Durante alguns anos tive um coach que acompanhava os treinos, jogos e reuniões, observava o que fazia bem ou mal, dava feedback e me fazia reflectir sobre uma importante questão. Era fundamental que percebesse que eu não era o centro do mundo! Treinar jogadores e equipas requeria algo mais que eu imaginar-me para além do erro, ou alguém a quem não podiam ser apontadas as respectivas falhas.
Percebi nessa altura que, enquanto líder de equipas, por vezes, o impacto das minhas atitudes e comportamentos se tornava perfeitamente destrutivo e desmobilizador daqueles com quem trabalhava.”
In “Gerir é Treinar”, Jorge Araújo
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