“Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!“, Séneca
Arquivo de Dezembro, 2009
Há pessoas que não correm nenhum risco
31 Dezembro, 2009A competência como um iceberg
29 Dezembro, 2009
A imagem de que esta abordagem integradora se serve é a da competência como um iceberg, com uma parte visível e uma outra submersa.
A zona submersa é a de mais difícil mudança, pois é onde se encontram as características da personalidade (valores, auto-conceito, traços de personalidade, motivação,…). Por seu lado, é na zona à superfície que se encontram as habilidades (skills), o conhecimento e a experiência do indivíduo, conjunto no qual é possível intervir com mais facilidade e que se manifesta através de comportamentos e acções.
De acordo com esta perspectiva, a competência é «um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes (isto é, um conjunto de habilidades pessoais) que justificam um desempenho de elevada performance, acreditando-se que esses desempenhos estão fundamentados na inteligência e na personalidade das pessoas» (Ramos e Bento, 2006:101).
In “Competências: moda ou inevitabilidade?”, João Gouveia
A formação de professores segundo Paulo Freire
28 Dezembro, 2009“O aprendizado do ensinante ao ensinar não se dá necessariamente através da rectificação que o aprendiz lhe faça de erros cometidos. O aprendizado do ensinante ao ensinar se verifica à medida em que o ensinante, humilde, aberto, se ache permanentemente disponível a repensar o pensado, rever-se em suas posições; em que procura envolver-se com a curiosidade dos alunos e dos diferentes caminhos e veredas, que ela os faz percorrer. Alguns desses caminhos e algumas dessas veredas, que a curiosidade às vezes quase virgem dos alunos percorre, estão grávidas de sugestões, de perguntas que não foram percebidas antes pelo ensinante. Mas agora, ao ensinar, não como um burocrata da mente, mas reconstruindo os caminhos de sua curiosidade – razão por que seu corpo consciente, sensível, emocionado, se abre às adivinhações dos alunos, à sua ingenuidade e à sua criatividade – o ensinante que assim actua tem, no seu ensinar, um momento rico de seu aprender. O ensinante aprende primeiro a ensinar mas aprende a ensinar ao ensinar algo que é reaprendido por estar sendo ensinado.
O facto, porém, de que ensinar ensina o ensinante a ensinar um certo conteúdo não deve significar, de modo algum, que o ensinante se aventure a ensinar sem competência para fazê-lo. Não o autoriza a ensinar o que não sabe. A responsabilidade ética, política e profissional do ensinante lhe coloca o dever de se preparar, de se capacitar, de se formar antes mesmo de iniciar sua actividade docente. Esta actividade exige que sua preparação, sua capacitação, sua formação se tornem processos permanentes. Sua experiência docente, se bem percebida e bem vivida, vai deixando claro que ela requer uma formação permanente do ensinante. Formação que se funda na análise crítica de sua prática.”
Em 200 anos a esperança de vida passou de menos de 40 para cerca de 80 anos – vídeo
27 Dezembro, 2009
A história da Religião
26 Dezembro, 2009Body, Mind, Natal
25 Dezembro, 2009
Celebrar o Natal…
24 Dezembro, 2009É. Cada um celebra o que escolhe. Acho que farei uma sopa de fubá que tomarei com pimenta e torradas. E lerei poemas e ouvirei música. E farei silêncio quando chegar a meia-noite e, quem sabe, rezarei?
In “Natal”, Rubem Alves
Sem curiosidade não aprendo nem ensino
23 Dezembro, 2009Para envolver os pais na educação é preciso ouvi-los primeiro
22 Dezembro, 2009Parent engagement efforts using that model have resulted in the formation of school/community gardens, increased affordable housing opportunities, safer neighborhoods, and better economic opportunities for families throughout the United States. Research has shown that increased student achievement has also been an important effect of that kind of partnership.
I’m not suggesting that parent involvement is bad. Instead, I’m proposing that parent “engagement” can offer a superior opportunity for schools to work with families to improve their communities, their children’s academic achievement, and their futures.
Parent engagement is about leading with our ears instead of our mouths.
In “A Parent Engagement Model That Works”, Larry Ferlazzo











