Arquivo de Março, 2010

A história da avaliação da formação

31 Março, 2010

A review of literature on evaluation of training was conducted to identify methods of effectiveness evaluation for training programs. Five definitions of evaluation were identified in the literature.

· Phillips (1991) defined evaluation as a systematic process to determine the worth, value, or meaning of something.

· Holli and Calabrese (1998) defined evaluation as comparisons of an observed value or quality to a standard or criteria of comparison. Evaluation is the process of forming value judgments about the quality of programs, products, and goals.

· Boulmetis and Dutwin (2000) defined evaluation as the systematic process of collecting and analyzing data in order to determine whether and to what degree objectives were or are being achieved.

· Schalock (2001) defined effectiveness evaluation as the determination of the extent to which a program has met its stated performance goals and objectives.

· Stufflebeam (2001) defined evaluation as a study designed and conducted to assist some audience to assess an object’s merit and worth.

In “Training Evaluation: A Review of Literature”, Mary Kay Meyer e Vicky Elliott

Como utilizar os media para ensinar e comunicar

30 Março, 2010

In “Digital Literacy: Skills for teh 21st Century

Dossier de Prática Profissional para RVCC

29 Março, 2010

O dossier de prática profissional de Morgan Trémoureux para certificação como técnico superior de apoio informático.

A maioria de nós não faz uso pleno das suas capacidades – vídeo

28 Março, 2010

O iPhone é um recurso educativo fantástico

27 Março, 2010
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IPhone-and-iPod-touch-Apps-for-Special-Education

A universidade é a nova escola secundária

26 Março, 2010

A frequência obrigatória da escola impede que a criança ali se eduque

25 Março, 2010

“Educação deve ser apenas uma busca de resposta às questões que a vida nos coloca. Mas a escola não só não permite que os alunos ali levantem questões que lhes interessam como se nega a tentar ajudar os alunos a responder as questões que a vida fora da escola os força a confrontar. Ela fica eternamente respondendo às mesmas questões – mas essas são questões que não são levantadas pela mente das crianças. Basta olhar para uma mesma criança, de um lado, em casa e na rua, e, de outro lado, na escola. Em casa e na rua você observa uma criança vivaz, curiosa, com um sorriso nos lábios, explorando e tentando aprender tudo, da mesma forma que explora e busca prazeres, expressando seus pensamentos em suas próprias palavras, com clareza e, frequentemente, com força e eloquência. Na escola, você observa um ser como que aposentado da vida, cansado e com uma expressão de fatiga, tédio, enfado e por vezes terror, repetindo palavras estranhas em uma língua estranha – um ser cuja alma, como num caracol, se esconde dentro da própria casa. Basta comparar essas duas condições em que podemos observar a criança para constatar, sem sombra de dúvida, qual delas é mais vantajosa para o seu desenvolvimento. A natureza compulsória da frequência à escola impede que a criança ali se eduque.”

Sobre Educação Popular“, 1862, Leo Tolstoi

Tudo sobre os cursos EFA

24 Março, 2010

Cursos EFA disponibiliza toda a informação sobre os cursos EFA:

- tipos de cursos

- lista de cursos

- competências dos formadores dos cursos EFA

Como se elabora o Plano Estratégico de uma Escola

23 Março, 2010

Plano Estratégico da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria

Plano Estratégico do Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Intercâmbio com escola da Finlândia

22 Março, 2010

Testemunho de uma professora de inglês sobre a visita a uma escola de Perniö, na Finlândia, no âmbito de um projecto integrado no Programa Comenius (texto recebido por mail)


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