Arquivo de Junho, 2010

O que devo aprender para ser e-formador?

30 Junho, 2010

Qué necesito aprender para ser TELEFORMADOR? foi desenvolvido pelo Programa EVA (Espaço Virtual de aprendizagem) da Conselharia de Inovação, Ciência e Empresa e a Rede de Espaços Tecnológicos de Andaluzia (RETA), para apoio ao desenvolvimento das competências-chave da formação em e-learning.

O papel do Facilitador da Aprendizagem nas organizações

29 Junho, 2010

In “Facilitador de Aprendizagem: a emergência de um perfil fundamental para as PME

Os Profissionais de RVC deveriam ser certificados aplicando a metodologia dos CNO

28 Junho, 2010

Relativamente aos profissionais dos CRVCC, recomenda-se que lhes seja aplicada a metodologia inerente aos Centros, isto é, que sejam reconhecidas todas as competências que foram produzindo nas suas práticas de trabalho com os adultos, a fim de se poder consolidar uma nova carreira profissional especializada. É, aliás, necessária uma formação periódica de todos os agentes que intervêm neste sistema, incluindo obviamente os profissionais de RVC.

“Debate Nacional sobre Educação – Área 4: A aprendizagem ao longo da vida e os desafios do emprego, Alberto Melo

Para quem tem pais com Alzheimer – vídeo

27 Junho, 2010

Guarde o seu blog em PDF

26 Junho, 2010

O Blogbooker é uma aplicação gratuita que permite guardar o conteúdo do seu blog em formato PDF, o qual pode ser utilizado para diversos fins, em especial como conteúdo do portefólio ou noutras aplicações da web2.

Novo regime de avaliação do desempenho de professores

25 Junho, 2010

Foram publicados, no passado dia 23 de Junho, os novos diplomas relativos a:
Avaliação do Desempenho de Docentes – Decreto Regulamentar nº 2/2010, de 23 de Junho
Estatuto da Carreira Docente – Decreto-Lei nº 75/2010, de 23 de Junho

Aceder a toda a legislação:
Legislação Avaliação do Desempenho de Docentes
Legislação Estatuto da Carreira Docente

A Escola é uma “vaca sagrada”

24 Junho, 2010

“Desenvolveu-se gradualmente a ideia de que a escolarização era um meio necessário para alguém se tornar membro útil da sociedade. Cabe a esta geração a tarefa de enterrar esse mito.”
“Libertar o Futuro”, de Ivan Illich
In “Ivan Illich” de Carlos Alberto Mota

A palavra “seminário” vem de sémen

23 Junho, 2010

Seminário não é aula. Seminário não é transmissão de saberes de outros. É transa, para que haja gravidezes e ideias novas nasçam, ideias que nem mesmo o professor jamais pensou. Num seminário o professor é também um aprendiz. Na aula o aluno recebe um saber do outro. O objectivo do seminário é diferente: que todos, juntos, por meio desta orgia espermática, fiquem grávidos e comecem a parir.

Aula: um sabe e os outros não sabem. Seminário: cada um conhece um pouquinho e desconhece muito. O professor não dá respostas. Ele não sabe as respostas. Ele é um dos que procuram. Qualquer participante pode definir a pergunta inicial, provocação de pensamento. O que dá vida a um seminário é o não saber, a procura, os enigmas. Na aula a inteligência é um estômago que rumina e digere. Também isso é preciso. Mas no seminário a inteligência é útero. As sementes são jogadas lá dentro para que ela fique grávida – algo nunca pensado deve crescer e ser parido. O objectivo não é chegar a resultados. É desenvolver a capacidade de pensar e descobrir coisas novas.

Esse, eu penso, é o objectivo supremo da educação.”

In “A aula e o seminário”, Rubem Alves

Aplicar o método dos CNO aos jovens do insucesso escolar é como emitir moeda falsa

22 Junho, 2010

“Aplicar o método dos CRVCC aos jovens do insucesso escolar é um erro crasso, pedagógico e político; seria como emitir moeda falsa”, Alberto Melo

O Empreendedorismo é uma treta?

21 Junho, 2010

“I&D – Já se nasce empreendedor ou o empreendedorismo pode ser apren­dido? Quais são as características de um empreendedor?

SS – Eu penso que sim, que existem empreendedores que nascem já o sendo e outros que são e podem ser influenciados. Nas últimas décadas têm-se realizado esforços no campo da investigação sobre as caracterís­ticas pessoais dos empreendedores, na tentativa de se encontrar um pa­drão comum entre eles, comparan­do-se por vezes com análises que têm como objectivo a caracteriza­ção de líderes. Os cientistas do com­portamento verificaram que algu­mas pessoas têm necessidades mais intensas para alcançar, o que pode ser a razão para terem mais suces­so como empreendedores ou como gestores. Numa forma geral, as ca­racterísticas mais comuns entre os empreendedores de sucesso inclui factores como motivação, tomada de risco (elevado nível de conforto com o risco), competitividade/as­sertividade e autoconfiança.”

Entrevista a Soumodip Sarkar na Vida Económica

“Inúmeros estudos milionários realizados com o intuito de descobrir quais as competências necessárias para se conquistar fortuna regem-se pela seguinte metodologia: pegam numa população de ricaços importantes, daqueles com grandes títulos e grandes empresas e analisam as suas propriedades.

Examinam o que as pessoas importantes e influentes têm em comum: coragem, assunção de riscos, optimismo e por aí fora, e inferem que estes traços, sobretudo a assunção de riscos, ajudam a obter êxito.

Agora olhe para o cemitério dos que falharam. Estará, certamente, repleto de indivíduos que têm em comum as mesmas características. Poderá haver diferenças ao nível das aptidões mas o que realmente os separa é, no essencial, um único factor: sorte. Pura sorte.”

In “Cisne Negro”, Nassim Taleb


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