Arquivo de Julho, 2010

Uma forma inovadora de tomar notas

31 Julho, 2010

The Book Ring

Os modelos de avaliação das Políticas Educativas estão obsoletos

30 Julho, 2010

Chegados ao final deste estudo voltamos a colocar a questão inicial: Será que os instrumentos técnicos utilizados na avaliação das Políticas Educativas são adequados? Ou melhor, até que ponto os indicadores relativos à avaliação e monitorização das políticas educativas integram o novo paradigma da educação ao longo da vida, do Desenvolvimento Humano e correspondem aos objectivos educativos para o milénio num contexto de globalização?

O nosso estudo leva-nos a concluir que parece existir uma divergência entre os objectivos definidos para a educação/formação em termos de Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, e os indicadores de avaliação e monitorização definidos nos grandes projectos estatísticos de avaliação.

Também na Educação emerge e necessidade de se construírem modelizações de outro tipo, por forma a que a mudança da lógica de análise da evolução das Políticas Educativas passe de um pensamento tecnológico para um pensamento complexo que abarque as emergências dos fenómenos não previsíveis e interdependentes, e que permita uma visão da educação como processo eco-auto-finalizado.

In “Educação e Desenvolvimento Humano”, Cláudia Neves

Enfim, a Caderneta Individual de Competências

29 Julho, 2010

Quase 3 anos depois da publicação do regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de Dezembro, foi publicada a Portaria n.º 475/2010, de 8 de Julho, que aprova o modelo da caderneta individual de competências e regula o respectivo conteúdo e o processo de registo.

A unanimidade é burra

28 Julho, 2010

“A pergunta que ele pretendia responder era: como e até que ponto as forças sociais moldam as opiniões e atitudes das pessoas? Era uma época em que as telecomunicações experimentavam crescentes avanços e, desde então, já havia a preocupação do poder de influência que a mídia poderia exercer na população.

No fim do experimento você descobre, porém, que o único voluntário de verdade era você. Os outros sete ali presentes eram actores que faziam parte da pesquisa. Todos foram orientados para dar as respostas erradas para ver até que ponto você resistiria sendo a única dissidente da sala. Pouco, muito pouco. Você não aguentou ser a única respondendo diferente e passou a acompanhar o grupo, mesmo tendo certeza (ao menos no início) de que estava dando a resposta errada.”

In “Experimentos em Psicologia – A unanimidade burra de Solomon Asch

A perspectiva tradicional da formação inicial não é mais adequada aos desafios de hoje

27 Julho, 2010

O processo de “construção” de competências é distinto da aquisição tradicional de saberes: traduz um deslocamento entre um sujeito consumidor de formações para um indivíduo actor da sua formação e do seu percurso profissional (Merle, 1997-a). A construção das competências é progressiva, e a experiência assume um papel determinante no processo de consolidação dos saberes. A construção de competências implica um processo dialéctico entre acção e reflexão, entre a actividade e a sua conceptualização. As competências desenvolvem-se na acção, através de diferentes tipos de processos e de acordo com diferentes lógicas, mas em articulação com a reflexão (Witorsky, 1998): através do exercício reflexivo na acção, sobre a acção ou antecipando a acção.

A perspectiva tradicional da formação inicial, que procura preceder o trabalho, não é mais adequada aos desafios colocados nos dias de hoje. As profundas mudanças sociais, em termos gerais, e as do mundo do trabalho e das organizações, em particular, exigem a adopção de novos quadros de referência para a acção educativa.

In “Aprendizagem de adultos: contextos e processos de desenvolvimento e reconhecimento de competências”, Ana Luísa de Oliveira Pires

Avaliação dos materiais pedagógicos dos cursos EFA

26 Julho, 2010

Espaço Virtual EFA da Direcção Regional de Educação do Norte


As pessoas felizes jamais deram qualquer contribuição para o desenvolvimento da cultura

25 Julho, 2010

(6:40”)

A Enciclopédia da Educação Informal

24 Julho, 2010

The Encyclopaedia of Informal Education

O portefolio na escola primária

23 Julho, 2010

O portefolio de Nicolas




O sucesso dos empreendedores depende mais da sorte do que das competências

22 Julho, 2010

A estratégia para os descobridores e empreendedores consiste em depender menos do planeamento do topo para a base e a concentrar-se ao máximo em tarefas aparentemente sem um objectivo preciso e a reconhecer as oportunidades quando estas se apresentam.

Discordo, portanto, dos seguidores de Marx e de Adam Smith: o motivo pelo qual os mercados livres funcionam reside no facto de estes possibilitarem às pessoas ter sorte, graças a uma acção agressiva de tentativa-erro, e não por oferecerem recompensas ou “incentivos” às competências demonstradas. A estratégia passa, assim, por fazer o máximo possível e tentar, nesse processo, reunir o maior número de oportunidades, de Cisnes Negros.

In “Cisne Negro”, Nassim Taleb


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