Arquivo de Setembro, 2010

O que deve fazer a formação em tempos de crise económica?

30 Setembro, 2010

Here are 5 things you can do during the downturn to get learner and improve your value to the organization:
1.  Expand your solutions: Break out of the training box
2.  Improve your business processes
3. Consolidate your programs
4.  Introduce (or improve) performance consulting
5. Develop a technology plan

In “What’s a self respecting learning function to do in an economic crisis?

Como desenvolver a aprendizagem informal nas organizações

29 Setembro, 2010

Here are seven services that a training function might add to their suite of services to influence organizational learning in meaningful ways.
1. Informal Learning Assessment
2. Communities of Practice
3. Action Learning
4. Performance System Design
5. Social Media Coaching
6. Team Development
7. Systems Thinking

In “7 Informal Learning Services for the Training Function

O processo RVCC na Austrália

28 Setembro, 2010

In “Recognition of Prior Learning – Information Guide



As crianças já nascem com a capacidade de aprender a aprender

27 Setembro, 2010

“E crianças não precisam aprender a aprender. Ela vem de fábrica com essa capacidade. Aprende a reconhecer as faces da mãe, do pai, dos familiares sem que ninguém lhe ensine nada; aprende a entender a fala humana e, no devido tempo, a falar, sem que ninguém lhe ensine nada; aprende a andar, a correr, a pular, sem que ninguém lhe ensine nada. Basta querer – e querer ela cedo ou tarde quer, se a escola tradicional não matar a sua curiosidade”, Entrevista com Ricardo Semler

Quem se lembra da velhinha Pedagogia do Cinto? – vídeo

26 Setembro, 2010

Jamais procures ser diferente do que és

25 Setembro, 2010

I
Trabalha cada dia, como se disso dependesse a tua vida.

II
Aprende que, com paciência, poderás controlar o teu destino.

III
Planeia a tua rota com cuidado ou ficarás à deriva para sempre.

IV
Prepara-te para a escuridão, enquanto viajas à luz do sol.

VI
Tem consciência de que teu plano não é nada mais que um sonho indolente, enquanto não te puseres de pé e lutares.

VII
Afasta a teia de aranha da tua mente, antes que sejas aprisionado por ela.

VIII
Suaviza a tua carga se pretendes chegar ao teu destino.

IX
Nunca esqueças que o agora é sempre mais tarde do que pensas.

X
Jamais procures ser diferente do que és.

[Extraído do livro "O Maior Sucesso do Mundo", de OG Mandino]
In “Os 10 mandamentos do sucesso

Não tire um curso de oratória. Tire um curso de escutatória

24 Setembro, 2010

P: E você conhece alguma fórmula para aprender a ouvir?

R: Uma vez eu escrevi em tom de brincadeira, mas quando eu estou brincando eu estou sério, de novo é o Nietzsche, “Ridendo dicere severum”, “rindo dizer coisas sérias”, que eu já havia visto muitos cursos de oratória, mas nunca havia visto um anúncio de um curso de escutatória. Porque todo mundo acha que escuta muito bem e ninguém quer aprender a escutar.

In “Maturaidade”, Entrevista a Rubem Alves

Novas Oportunidades fomenta a injustiça e o chico-espertismo

23 Setembro, 2010

“As dificuldades apareceram no ensino secundário, quando a Matemática se tornou uma verdadeira dor de cabeça para Tomás Bacelos. Por mais que insistisse, não conseguia passar à disciplina e os chumbos sucessivos acabaram por fazê-lo desistir da escola sem acabar o liceu.

No ano passado, Tomás Bacelos arranjou a solução ideal para contornar o problema. Inscreveu-se num Centro de Novas Oportunidades em Esposende, frequentou dois módulos (Saberes Fundamentais e Gestão) e em meses conseguiu equivalência ao 12º ano. Acabou agora por entrar na faculdade, no curso de Tradução, na Universidade de Aveiro, e é oficialmente, segundo as listas do Ministério do Ensino Superior, o aluno com a mais alta nota de candidatura do país: 20 valores.

A questão é que a sua média não tem em conta as notas do secundário – que não terminou – e baseia-se apenas no exame nacional de Inglês, o único que teve de fazer para entrar em Tradução e onde conseguiu nota máxima. Ainda tentou concorrer a um curso de Biologia, fez a prova de ingresso, mas não foi além dos 7,4 valores.

Ao contrário de Tomás Bacelos, todos os jovens do ensino regular tiveram de realizar provas nacionais a várias disciplinas e apresentaram-se a concurso com estas classificações e com as notas do secundário.

O percurso de Tomás e dos restantes alunos não podia, por isso, ser mais diferente. Ainda assim, ele disputou as mesmas vagas e concorreu em igualdade de circunstâncias com os outros. A lei permite-o, mas o jovem, 23 anos, sente que beneficiou de uma injustiça.

“Para mim, foi ótimo. Mas é claro que é bastante injusto porque os outros passam anos a esforçar-se para terem boas médias. Com o Novas Oportunidades, uma pessoa que só tem o 7º ano pode fazer o 9º em seis meses e a seguir, em ano e meio, consegue tirar o 12º. Se tiver sorte, pode passar à frente e tirar o lugar às pessoas que fizeram esse esforço. Conheço quem tenha entrado assim no ensino superior“, admite.”

‘Melhor’ aluno chegou à faculdade sem acabar o liceu, Expresso

A escola do futuro não terá intervalos nem campainhas

22 Setembro, 2010

No artigo “No break, no bells in school of the future”, publicado no The Observer, é apresentada a Thomas Deacon Academy, uma escola pública inglesa, inaugurada em 2007, que utiliza o inovador método de ensino criado pelo seu Director, Paul Kelley. Nesta escola do futuro, com 2200 alunos dos 11 aos 18 anos, as aulas podem ter apenas 8 minutos, os intervalos são flexíveis, as campainhas não tocam, as aulas de ioga são obrigatórias, não há recreio para brincar e a arquitectura dos edifícios faz lembrar um centro comercial.

Segundo Stephen Heppell, consultor do governo britânico no projecto de modernização das escolas, a Thomas Deacon Academy assinala o nascimento de um novo modelo de educação e, ao mesmo tempo, a morte da “escola fábrica” que durante mais de meio século funcionou como os restaurantes de fast-food.

O mito de que o trabalho nos deve dar a felicidade

21 Setembro, 2010

No seu último livro, “Alegrias e Tristezas do Trabalho”, o filósofo Alain de Botton explora o que torna o nosso trabalho gratificante e o que nos destrói o ânimo. Botton aborda as grandes questões sobre o nosso trabalho: Que rumo devo dar à minha vida? Como posso conjugar ganhar dinheiro com realização pessoal? O que consegui realizar no final da minha carreira?

Eis algumas citações do livro que mostram a visão de Botton sobre o mundo do trabalho dos tempos modernos (trabalho tem origem em tripalium, um instrumento de tortura):

“Aspecto mais notável do mundo do trabalho: a convicção generalizada de que a nossa actividade profissional nos deve deixar felizes. Todas as sociedades têm o trabalho como seu ponto fulcral; a nossa é a primeira a sugerir que poderia ser mais do que uma punição ou penitência. A nossa é a primeira a dar a entender que devemos procurar trabalhar, até mesmo na ausência de imperativos de ordem financeira.

Magnânime presunção burguesa que nos leva a acreditar que todos podemos encontrar a felicidade através do trabalho e do amor. Não se trata da questão de essas entidades serem incapazes, invariavelmente, de nos proporcionar um sentido de realização pessoal mas sim, e apenas, do facto de quase nunca o fazerem.

De uma maneira geral a vida no escritório desenrola-se por detrás de uma máscara de falsa animação, o que faz com que os funcionários não estejam minimamente preparados para lidar com a fúria e a tristeza que os colegas lhes suscitam continuamente. A civilidade do escritório não seria possível sem as difíceis descolagens e aterragens efectuadas pelo café e pelo álcool.

O escritório contemporâneo é uma entidade extremamente vulnerável às lutas fratricidas, à mesquinhez da não partilha de informações entre departamentos, aos ressentimentos perversos por causa de tabelas salariais não equitativas, ao aparecimento de caspa nos ombros do casaco dos chefes, à separação dos infinitivos nos boletins informativos da empresa e às mãos suadas que se estendem para apertar as de alguém que é um contacto crucial.”


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