Arquivo de Janeiro, 2011

A escola está a perder a alma

31 Janeiro, 2011

A minha profissão está a perder alma. A escola está a perder alma. Eu estou a perder alma. Cada novo diploma legal (e são tantos) acrescenta mais um tanto de burocracia à profissão, com o argumento do rigor. São fichas e papéis para tudo e… para nada: para as faltas dos alunos, contadas das mais diversas formas e nos mais variados documentos; para informar os pais sobre tudo e mais alguma coisa, com prazos reduzidíssimos; para justificar cada negativa que se dá; para fazer planos de recuperação de cada negativa que se dá; para tomar medidas disciplinares; para as justificar; para…; para…; para… São reuniões atrás de reuniões para tratar de mais burocracias, em que o tempo é sempre mais longo do que o previsto (mas não remunerado) e os assuntos que verdadeiramente interessam, aqueles que têm alma, já não têm tempo de ser abordados.

In “Grito de alma”, Armanda Zenhas

A educação centrada no aluno é o futuro – vídeo

30 Janeiro, 2011

Como a inovação de ruptura muda a forma de aprender.

Ranking multi-dimensional das Universidades

29 Janeiro, 2011

152 Universidades de 57 países estão a participar num estudo de viabilidade para a construção de um ranking multi-dimensional das Universidades a nível mundial. No estudo participam a Universidade do Porto, a Universidade de Lisboa, a Universidade Nova de Lisboa e o Instituto Politécnico de Leiria.

O que devem fazer os professores para conquistar os alunos?

28 Janeiro, 2011

From a cognitive perspective, an important consideration for educators is whether or not a student consistently experiences the pleasurable rush of solving a problem. What can teachers do to ensure that each student gets that pleasure?  I describe several practical applications in my book, but for now, I’ll focus on just one:  view schoolwork as a series of answers.

Sometimes I think that we, as teachers, are so eager to get to the answers that we do not devote sufficient time to developing the question. But it’s the question that piques people’s interest. Being told an answer doesn’t do anything for you. When you plan a lesson, start with the information you want students to know by its end.  As a next step, consider what the key question for that lesson might be and how you can frame that question so it will have the right level of difficulty to engage your students.

In “Why Don’t Students Like School”, Daniel Willingham

Redefinição do papel dos centros de formação em Portugal

27 Janeiro, 2011

h) Aumentar a eficiência dos serviços de emprego e de formação profissional através:

i) do alargamento do número de gestores de ofertas de emprego nos centros de emprego,

ii) da criação de condições para o acompanhamento de desempregados a 50 000 entrevistas a ofertas de emprego,

iii) da promoção de acordos sectoriais entre o IEFP e as associações empresariais para o recrutamento de desempregados, e

iv) da racionalização da rede de centros de formação, focalizando os centros de gestão directa do IEFP na qualificação profissional dos desempregados e os centros de formação de gestão participada nas profissões e competências estratégicas para o sector.

In “Iniciativa para a Competitividade e Emprego”, Resolução do Conselho de Ministros nº 101B/2010, de 27 de Dezembro

A finalidade da Educação é a libertação do povo

26 Janeiro, 2011

In “Breve Historia da Educação

Como os licenciados pré-Bolonha podem obter o grau de Mestre

25 Janeiro, 2011

Deste modo, o CRUP recomenda às Universidades que adoptem mecanismos adequados, designadamente através da aplicação dos seguintes princípios:

- Os diplomados que tenham terminado as suas licenciaturas ao abrigo do sistema de graus anterior ao Processo de Bolonha deverão poder obter o grau de Mestre, inscrevendo-se num ciclo de estudos de mestrado da especialidade, solicitando a creditação da formação adquirida na respectiva licenciatura e realizando uma dissertação de pendor científico ou profissional, nos termos da legislação em vigor;

- Os diplomados que tenham terminado as suas licenciaturas ao abrigo do sistema de graus anterior ao Processo de Bolonha, que tenham mais de 5 anos de experiência profissional relevante, poderão obter o grau de Mestre inscrevendo-se num ciclo de estudos de mestrado da especialidade, solicitando a creditação da formação adquirida na respectiva licenciatura e apresentando, em alternativa à dissertação, um relatório detalhado sobre a sua actividade profissional, objecto de prova pública que incluirá a discussão das experiências e competências adquiridas;

- Em qualquer dos casos, as exigências complementares para a atribuição do grau de Mestre para os diplomados que terminaram as suas licenciaturas nessa especialidade ao abrigo do sistema de graus anterior ao Processo de Bolonha, para além da dissertação ou do relatório previsto na alínea anterior, não deverão ultrapassar um máximo de 20 ECTS.

In “Comunicado CRUP – Recomendação

Ver “O processo RVCC na Universidade da Madeira permite a obtenção do grau de mestre aos licenciados pré-Bolonha

Os jovens devem aprender a “explicar o que existe” e a “criar o que nunca existiu”

24 Janeiro, 2011

(slide 34)

Aprender tem de incluir uma parte de fracasso – vídeo

23 Janeiro, 2011

Na Finlândia o caminho para a excelência na educação começa nos professores

22 Janeiro, 2011

The process to enter the profession is highly selective. Fewer than 10 percent of applicants for the classroom-teacher education program at the University of Helsinki were accepted this school year. All classroom teachers must earn a master’s degree, which means preparing five or six years before landing a first job.

Once hired, teachers say their work is satisfying, despite lower pay than in many other affluent nations. They are valued by principals, parents and students as experts, in contrast with American counterparts who often feel attacked by criticisms that schools don’t measure up.

Teachers here, too, deal with discipline issues. During a Monday visit at Meilahti, Upper Stage, the principal excused herself to meet with a parent because of a fight the previous Friday. Finnish teachers, however, said most students are respectful, and the teachers I observed spent little time enforcing rules in classrooms or hallways.

In “An academic star: Finland’s focus on education translates into top achievement


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