Ranking de custo com pessoal por diplomado
In “INDEZ 2010 – Pessoal existente em Instituições de Ensino Superior Público”, DGES
(páginas 17 e 18)
Etiquetas: custo diplomado
Ranking de custo com pessoal por diplomado
In “INDEZ 2010 – Pessoal existente em Instituições de Ensino Superior Público”, DGES
(páginas 17 e 18)
Etiquetas: custo diplomado
30 Setembro, 2011 ás 10:47 pm |
[...] Ranking do peso de dirigentes na estrutura de pessoal do ensino superior Share this:Gostar disto:GostoBe the first to like this post. [...]
5 Outubro, 2011 ás 2:46 pm |
Atenção ás bolsas de estudo que devem ser unica e simplesmente para quem necessita e “verdadeiramente estuda”. Andam-se a financiar alunos que deveriam estar a trabalhar e não a fazer “noitadas” e bebedeiras com o dinheiro dos contribuintes. Na minha opinião deveria haver uma classificação minima ( e não seria de 10 valores)para atribuição de bolsas no ensino superior. Porque têm de ir todos para a faculdade? É uma questã de moda… Mas o país não pode continuar assim. Depois, há os chico-espertos que têm muitos rendimentos não tributáveis em IRS e cujos filhos estudam junto de casa em privadas com grandes bolsas pagas por todos nós. Muitos nas publicas não passariam do 1º ano mas nas privadas lá chegam a DOUTORES. È isto justo?
5 Outubro, 2011 ás 2:48 pm |
Proponho um corte no salario dos professores efectivos do ensino superior semelhantes aos outros niveis de ensino. Só assim haverá justiça e equidade.
5 Outubro, 2011 ás 2:51 pm |
Concordo com o anónimo que disse o seguinte”Penso que a rede de Ensino Superior deveria ser reformulada.
Há cursos a mais para a necessidades do mercado de trabalho.
Haja coragem para se fazerem os mega campus universitários em vez de os fazerem nos agrupamentos.
Por exemplo, não compreende a existência de um ISEP e de uma FEUP para formar engenheiros na cidade do Porto. Estamos a duplicar os custos com cargos e os gastos administrativos para quê? (e não venham com a conversa que temos que ter engenheiros técnicos e engenheiros investigadores…) A verdade é que vão todos para o mesmo mercado de trabalho e ponto final.
Para começar, julgo que deveriam eliminar as duplicações dos cursos superiores, pelo menos, por distrito.
O Governo tem que realizar um plano estratégico para médio e longo prazo para perceber quais as necessidades de formação do futuro. Assim, teria toda a legitimidade para fechar cursos e, eventualmente, universidades.
Algumas universidades fechadas poderiam ser convertidas em escolas com cursos técnico-profissionais exigentes.
Ao reduzirmos os custos com o Ensino Superior estaremos a garantir a sustentabilidade do sistema sem haver necessidade de aumento de propinas.
Isto deveria ser uma prioridade”