Como funciona a Aprendizagem por Projecto?
4 Agosto, 2008Edutopia disponibiliza materiais e recursos para os professores que desejam explorar a Aprendizagem por Projecto.
Edutopia disponibiliza materiais e recursos para os professores que desejam explorar a Aprendizagem por Projecto.
A publicação “Stimulating Lifelong Learning: The ePortfolio in Dutch Higher Education” aborda a utilização de portefólios no ensino superior da Dinamarca e apresenta uma lista de verificação para a sua elaboração.
“Checklist ePortfolio learning environment
1. The portfolio has a well-defined status/is linked to extensive learning lines.
2. Learning lines encompass the core competencies of university graduates and not just separate skills. The object is to provide a broad, in-depth academic and professional education.
3. The learning lines have distinct levels and standards that are properly communicated.
4. Students must have comparable experiences to be able to identify patterns. Within learning lines, students undergo sequences of varied learning experiences in authentic situations.
5. In order to enhance the self-steering process, students are assigned portfolio tasks/reflection tasks after sequences of practical experiences (academic and/or professional).
6. Students are trained to reflect upon their performance, and they must meet specific requirements with respect to pattern identification and formulation of the next step in their development (“self-steering”).
7. Students organise and receive feedback on their performance or products immediately after delivery.
8. Students systematically produce evidence for their progress through the learning lines.
9. The requirements set for the students’ reflection reports are mirrored in the requirements set for tutoring skills (i.e. a tutor has to be dedicated to the goal, be an expert as well as a coach).
10. The tutors’ performance is part of a plan to improve and control the quality of educational programmes: they are being trained and assessed.”
O “Training and Personal Development Plan for Research Students” da Universidade de Leeds descreve os 5 passos para elaborar um Plano de Desenvolvimento Pessoal.

“Developing a Personal Development Plan – Step by Step
Step One: Look at the Training and Developmental Needs Analysis and use it to try and formulate some rudimentary developmental areas for yourself.
Step Two: Start to set some developmental objectives for yourself.
Step Three: Now discuss with your supervisor. Think (if appropriate) about any other feedback that you may have received.
Step Four: Future aspirations. Ask yourself “Is there any learning needed to position myself better for the future?”
Step Five: Make a list of all of your development areas from above.”
A lenda do Mestrado em Caça de Dragões de Javier Martinez Aldanondo (slides 100 a 132)
“Sendo as organizações constituídas por pessoas, espelham este tipo de perfil ou têm, na sua perspectiva, um perfil já mais orientado para a estratégia?
As organizações portuguesas não tiram normalmente partido das características positivas portuguesas que são a capacidade de trabalhar em equipa e a criatividade difusa. Insistem mais na regulamentação, na produção de regras, na produção de regulamentos até à exaustão, em lugar de tirarem partido da flexibilidade típica dos portugueses.
Tal pode dever-se ao nosso país ter tido até recentemente, até há cerca de 20 anos atrás, um grande peso em termos do sector público?
É uma hipótese. Digamos que nós ligamos mal com a burocracia. Nós exageramos tremendamente a burocracia. Enquanto os criadores da burocracia, os alemães, têm poucas leis, poucas situações imperativas e são muito mais permeáveis ao acordo entre pessoas, acordos laborais, nós temos legislação laboral rígida. Enquanto eles têm acordos de fornecimento, nós temos contratos imperativos. Portanto, a gestão portuguesa digamos que é importada e como não funciona exagera-se fazendo mais do mesmo constantemente, mais legislação, mais situações imperativas, em lugar de tirar partido daquilo seriam as características positivas da cultura.
No seu entender quais são os factores que têm levado a esta ineficiência?
Falta de escola de liderança. Falta uma escola de gestão portuguesa. Nós limitamo-nos na maior parte das vezes a copiar modelos estranhos, modelos americanos. O mundo anglo-saxónico exerce sobre nós um fascínio absoluto no domínio da gestão, e se calhar noutros, quando o perfil cultural português é avesso a qualquer tipo de cultura anglo-saxónica.”
Pontos fracos
1. Falta de mobilidade dos docentes/investigadores entre instituições
2. Homogeneidade
3. Pouca transparência na designação dos cursos
4. Debilidade do corpo docente
Pontos fortes
1. Qualidade do ensino
2. Aceitação social
Ameaças
1. Quebra demográfica
2. Mobilidade internacional
3. Perda de competitividade na investigação
In “Perspectivas sobre o Ensino Superior em Portugal e na Europa”, Natália Bonito