Arquivos para a Categoria ‘08 Livros / Jogos Pedagógicos’

RVCC dos Profissionais da Formação

14 Julho, 2008

cedefop.jpgO CEDEFOP publicou ”Pratiques innovantes en formation et enjeux pour la professionnalisation des acteurs” que apresenta alguns projectos europeus desenvolvidos pela rede TTnet (Training of Trainers Network).

A obra analisa o impacto das práticas inovadoras de formação nas competências e nos perfis dos profissionais da formação e está organizada em 4 temas:

- A validação e certificação de competências nas profissões da formação;

- A inovação na formação de adultos;

- Os processos de qualidade em formação:

- A formação a distância.

Quem Mexeu no Meu Queijo? - Vídeo

25 Maio, 2008

24 guias para organizar o pensamento

12 Maio, 2008

O ExploraTree é um serviço desenvolvido para a comunidade educativa, pela FutureLab e pela Microsoft, com o objectivo de ajudar a passar as ideias para o papel de forma organizada e clara. O serviço possui 24 guias para organizar o raciocínio e ajudar a construir uma resposta lógica:

Plus, minus, interesting

T.A.S.C.

Possible futures

Use the essence

Examine ideas

Blank template

Tracking an enquiry

Futures wheel

Lotus blossom

From a different angle

Thinking boxes

Scamper

Reverse planning

Is / is not

Complete reversal

Compass rose

Facts or opinions

Making meanings

Compare and contrast

Knowing trees

Digging up roots

Traffic lights

Question things

A day in the life

Liberdade de pensamento, de trabalho e de opinião

25 Abril, 2008

“O direito à cultura e ao conhecimento ainda não chegou ao sentimento da população portuguesa. Que esse direito existe e que cada português deveria vê-lo para si cumprido – todos o sentem, mas como parte do que idealmente lhes é devido pela justiça (que, aí, nunca se cumpre). Essa aspiração não é, pois, uma exigência tão evidente para os portugueses que estes, iliteratos e analfabetos, saiam para a rua em manifestação pelo direito à cultura.

Porquê? Porque o 25 de Abril não conseguiu abolir a divisão instruído/sem instrução que correspondia mais ou menos ao par poder-saber/pobreza-ignorância do tempo do salazarismo.

Porque na sociedade portuguesa actual, o medo, a reverência, o respeito temeroso, a passividade perante as instituições e os homens supostos de deterem e dispensarem o poder-saber não foram ainda quebradas por novas forças de expressão da liberdade.

Numa palavra, o Portugal democrático de hoje é ainda uma sociedade de medo. É o medo que impede a crítica. Vivemos numa sociedade sem espírito crítico – que só nasce quando o interesse da comunidade prevalece sobre o dos grupos e das pessoas privadas.

Não há investigação, avanço no domínio científico sem discussão, trocas de ideias, imaginação sem entraves, elaboração livre de modelos, etc. O que supõe necessariamente liberdade de pensamento, de trabalho e de opinião – tudo o que a ditadura reprime por princípio.”

In “Portugal, Hoje – O Medo de Existir”, José Gil

O recrutamento de talentos na Google

2 Abril, 2008

futurogestao.jpg“Os lideres da Google acreditam que um tecnólogo excepcional é muito mais valioso do que um engenheiro mediano: por esse motivo, insistem em contratar apenas os mais brilhantes entre os brilhantes – pessoas no lado direito da curva em formato de sino. Também acreditam que deixando entrar um “estúpido”, outros seguramente virão atrás. A lógica é simples: pessoas de 20 valores querem trabalhar com pessoas de 20 valores – outros sábios que estimulam o seu pensamento e irão acelerar a sua aprendizagem.

O problema é que as pessoas de 15 valores sentem-se ameaçadas pelo talento da classe dos 20 valores; portanto, a partir do momento em que passam a porta, tendem a contratar colegas que são medianos como eles. Pior ainda, as pessoas da classe dos 15 valores com problemas de insegurança optarão por contratar colaboradores de 10 valores, sem autoconfiança para desafiarem qualquer ponto de vista. À medida que as classificações da mediocridade se expandem, torna-se cada vez mais difícil atrair e manter os realmente excepcionais. E, sem se aperceber, o processo de “estupidificação” torna-se irreversível.

Não surpreende que o processo de contratações da Google seja tão difícil. Os candidatos são submetidos a uma série de entrevistas que frequentemente duram várias semanas. Aos cientistas informáticos são-lhes dados problemas do nível Mensa* e é esperado que os resolvam no momento. A decisão final raramente é feita sem passar pela análise da comissão de contratações, composta por colaboradores veteranos e executivos. É reconhecidamente um processo difícil, mas permite afastar qualquer um que seja apenas mediano. (* N.T. Sobredotados)”

In “O Futuro da Gestão”, Gary Hamel e Bill Breen

Google, a melhor empresa para trabalhar (vídeo).

Guia para a Gestão de Competências

19 Março, 2008

kerlan1.jpg

 

No livro Guide pour la GPEC Françoise Kerlan aborda a metodologia e a prática da gestão previsional dos empregos e das competências (GPEC) e apresenta um exemplo da ficha de emprego do Responsável de Formação.

 

 

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