Arquivos para a Categoria ‘11 Observatório’

Evolução dos objectivos da Estratégia de Lisboa na educação

13 Julho, 2008

Segundo o relatório “Progress towards the Lisbon objectives in education and training - Indicators and benchmarks”, publicado pela União Europeia, Portugal aumentou 10,2% a taxa da população com 20-24 anos que completou o ensino secundário, no período de 2000 a 2007. No entanto, com uma taxa de 53,4% em 2007, Portugal continua na cauda da tabela deste indicador, onde somente a Turquia e a Islândia apresentam taxa inferior.

15 medidas para combater a Exclusão Digital

13 Junho, 2008

rn.jpgUm exemplo de como a sociedade civil se pode organizar em defesa da inclusão digital: “Renaissance Numerique” publicou uma Carta Aberta a Nicolas Sarkozy, Presidente de França, com uma proposta de medidas para combater a fractura digital na sociedade francesa.

A Associação publicou em 2007 o Livro Branco “2010 L´Internet pour tous“ com 15 medidas para combater para tornar a França numa potência da economia digital e permitir o acesso de todos à Internet.

Prémio para a Excelência no Ensino

11 Abril, 2008

O governo do Ontário atribuiu o “Prémio para a Excelência no Ensino” a uma centena de professores em 2007. Os premiados vão receber 20.000 dólares canadianos em dois anos para que prossigam o seu trabalho em prol da excelência na sala de aulas.

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O Prémio visa homenagear não só os professores, mas também o pessoal não-docente e equipas escolares, sendo atribuído em 6 categorias:
Enseignant de l’année

Nouvel enseignant de l’année

Excellence du personnel de soutien

Excellence en leadership

Équipe de l’année

Carrière exceptionnelle

Código de Conduta nas Escolas

31 Março, 2008

conduta.jpgO Ministério da Educação do Ontário aprovou o Código de Conduta que visa criar um ambiente de aprendizagem e ensino seguro. O código não se aplica somente aos alunos, mas sim a toda a comunidade escolar (pessoal docente e não docente, pais e encarregados de educação, estudantes) quando estão nas instalações da escola, no autocarro escolar ou numa actividade da escola.

O Ministério decidiu também implementar, em Fevereiro de 2008, um conjunto de medidas para tornar as escolas mais seguras, assim como para diminuir o número de incidentes ligados à violência entre os jovens.

Entretanto decorre, desde Junho de 2007, o “Exame das causas de violência entre os jovens” com o objectivo de apresentar ao Primeiro-Ministro do Ontário recomendações de medidas para tornar a escola mais segura, um desafio que enfrenta a generalidade dos países e não apenas Portugal.

As profissões da Educação em 2015

14 Março, 2008

O Centre d’Analyse Stratégique (CAS) e a Direction de l’Animation de la Recherche et des Statistiques (DARES) de França publicaram o estudo “Les Métiers en 2015” que apresenta a tendência de evolução do emprego de professores e formadores.

“Idées-force: Les effectifs de la population en âge d’être scolarisée évolueront peu au cours de la prochaine décennie. Mais le remplacement des anciennes générations d’enseignants impliquera de nombreux recrutements. La formation en cours de vie se développera fortement et les besoins de formateurs seront importants.

Pour les enseignants, le risque de tensions est lié aux choix d’orientation scolaire des étudiants. Nombre d’entre eux pourraient s’orienter vers des cursus débouchant sur des métiers plus rémunérateurs s’ils anticipent des risques de chômage limités, notamment dans les filières scientifiques. L’accès aux métiers de formateurs est très ouvert, il offre notamment des possibilités de reconversion en cours de carrière. Ceci limite les risques de difficultés de recrutement sur ces emplois.”

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As TIC não fazem milagres no ensino

1 Fevereiro, 2008

mef.jpg“Des freins à la généralisation de l’usage des TICE sont relevés :

- Le partage des tâches et des ressources financières entre l’Etat et les collectivités territoriales est sujet à interprétation;

- Le pilotage d’ensemble est insuffisant: l’échelon central n’assure pas la cohérence des multiples initiatives;

- Les pratiques pédagogiques des enseignants ont encore peu évolué, en raison notamment de la fiabilité jugée insuffisante du matériel et d’un environnement organisationnel peu propice (horaires et programmes).

Les TIC ont en effet contribué à changer en profondeur de nombreux secteurs de la société. Partant de ce constat, le gouvernement a confié au cours du temps des responsabilités multiples à l’école : acquisition de la maîtrise de ces nouveaux outils par les élèves, réduction de la fracture numérique, utilisation des TICE pour faire évoluer les pratiques pédagogiques et les relations avec les élèves et les parents… Mais, aujourd’hui encore, il manque une définition claire des objectifs à atteindre. C’est pourquoi une évaluation des résultats, passés ou à venir, ne peut porter sur le système éducatif dans son ensemble.

Aujourd’hui, le système éducatif n’est pas en mesure de définir ses attentes en matière de TICE, sauf à les limiter à l’acquisition du B2i par les élèves. Dès lors, il n’est pas en mesure de tirer pleinement parti des possibilités offertes par l’usage des TICE. Certes, il ne s’agit pas d’attribuer aux TICE le rôle de remède miracle aux problèmes de l’enseignement, mais de créer un cadre d’action où les solutions qui ont montré leur utilité peuvent être déployées.”

In “Rapport sur la contribution des nouvelles technologies à la modernisation du système éducatif”, Pierre Lepetit, Jean-François Lesné, Anne-Marie Bardi, 2007.