O que a escola não exige aos professores

“A bem da clareza, aqui está o que esses professores não fazem – nem suas escolas exigem que o façam:

a) Ajudar seus alunos a dominar os métodos de investigação de suas disciplinas especializadas;

b) Ajudar seus alunos a entender o contexto mais amplo em que as disciplinas foram definidas e operam;

c) Ajudar seus alunos a entender que as questões mais interessantes em geral transcendem os limites das disciplinas tradicionais e mesmo de mega-áreas como, por exemplo, filosofia, ciência, ou arte;

d) Ajudar seus alunos a lidar com as competências e habilidades práticas exigidas pelas diversas profissões intelectuais;

e) Ajudar seus alunos a lidar inteligente e honestamente com questões morais, espirituais e estéticas que vão inevitavelmente confrontá-los.

Isto posto, fica claro por que eu disse, no início, que a escola convencional, e a sociedade que a apoia, exige, ao mesmo tempo, demais e muito pouco de seus professores.”

In “O professor é dividido em dois…”, Blog não-oficial da Lumiar, a escola criada no Brasil por Ricardo Semler

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