O escândalo da formação na Administração Pública

Foram gastos 2.720,7 milhões de euros em formação e no apoio ao emprego, mas continua a não se fazer a sua avaliação nem a se saber o seu impacto.

Durante o período 2000-2008, pelo menos 145.024 trabalhadores dos 390.000 da Administração Pública Central abrangidos por estes dois programas não tiveram acesso a qualquer formação. E mesmo os que tiveram acesso tiveram direito a participar apenas numa acção de formação em oito anos. Em relação aos dirigentes cada um deles participou, em média, em 2,4 acções de formação; os técnicos superiores em média em 4,8 acções de formação cada um deles; e as chefias administrativas cada uma em média em 3,5 acções no período de 8 anos. Por outras, o governo nem cumpre aquilo que estabeleceu na lei para o sector privado: 35 horas de formação profissional anual a que tem direito cada trabalhador.

In “Divulgar este estudo é também lutar com a má utilização dos fundos públicos”, Eugénio Rosa

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