8 dos 15 cursos superiores mais frequentados são os que têm as mais altas taxas de desemprego


Não há lugar para todos. Os candidatos a gestores, engenheiros, psicólogos, arquitectos ou advogados são tantos em Portugal que uma boa parte dos recém-licenciados corre o risco de não encontrar um emprego quando terminar o curso. São as leis do mercado de trabalho a funcionar – quanto mais abundante é a oferta, maiores são as hipóteses de ficar excluído. Os cursos com mais alunos inscritos são os que apresentam as maiores taxas de desemprego.
Esta conclusão só é válida para os últimos três anos, uma vez que não existem estatísticas globais sobre o número de desempregados para cada licenciatura. O i cruzou os dados do Ministério do Ensino Superior e do Instituto do Emprego e Formação Profissional e concluiu que oito entre os 15 cursos mais frequentados são igualmente os que revelam os índices mais elevados de desemprego

In “Cursos superiores. Quanto mais populares menos promissores

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Uma resposta to “8 dos 15 cursos superiores mais frequentados são os que têm as mais altas taxas de desemprego”

  1. Shirlei Paques Says:

    Diante desse cenário, o que podemos esperar das plataformas EAD para alguns desses cursos?
    Atenciosamente,
    Shirlei

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