Os políticos devem preocupar-se com a qualidade da educação e não com os rankings

Diz que os políticos reagem de modo nervoso aos estudos que medem os resultados e, por isso, as medidas que tomam é de introdução de reformas para melhorar esses resultados. Isso é condenável?

Claro que os políticos devem preocupar-se com a qualidade da educação, mas o problema é o nervoso da resposta, quando conhecem os resultados dos exames. Parece que perdem a perspectiva e a confiança nas práticas educacionais e nas tradições dos seus países, e querem fazer mudanças radicais.

O que esquecem, logo em primeiro lugar, é a validade dos rankings; e em segundo é que as melhorias na educação são feitas com projectos a longo prazo e os resultados não são imediatos. No caso da Finlândia [com os melhores resultados nos estudos da OCDE], costumo dizer: invistam na formação dos professores por um prazo de 100 anos e então terão melhores sistemas de ensino. Ou seja, não há respostas rápidas.

In “Os rankings são muito antiquados e não devem ter lugar numa sociedade civilizada”, Entrevista a Gert Biesta

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