10 lições do sistema educativo da Finlândia

  1. Finland has an education system in which young people learn well and performance differences among schools are small – and all with reasonable cost and human effort.
  2. This has not always been so.
  3. In Finland, teaching is a prestigious profession, and many students aspire to be teachers.
  4. Therefore, the Finns have probably the most competitive teacher-education system in the world.
  5. As a consequence, teachers in Finland have a great deal of professional autonomy and access to purposeful professional development throughout their careers.
  6. Those who are lucky enough to become teachers normally are teachers for life.
  7. Almost half of the 16 year olds, when they leave comprehensive school, have been engaged in some sort of special education, personal help or individual guidance.
  8. In Finland, teachers teach less and students spend less time studying both in and out of school than their peers in other countries.
  9. Finnish schools lack the standardized testing, test preparation, and private tutoring of the United States and much of the world.
  10. All of the factors that are behind the Finnish success seem to be the opposite of what is taking place in the rest of the United States and much of the rest of the world, where competition, test-based accountability, standardization, and privatization seem to dominate.

In “The Finnish Way

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Uma resposta to “10 lições do sistema educativo da Finlândia”

  1. pjfmatos Says:

    Bem sei que o sucesso dos modelos educativos ou outros depende de múltiplas circunstancias e que a sua simples importação não é o garante do mesmo sucesso. Mas a forma como aprendemos é genericamente universal. São precisamente os fatores externos ao processo que a tornam mais ou menos eficaz. Tomado o exemplo das EUA, em que o modelo dos testes standards tem tido resultados no mínimo polémicos, para não dizer que são um verdadeiro fracasso, no que respeita às aprendizagens, interrogo-me porque persistem vRios países, nomeadamente Portugal, neste modelo. Ainda por cima com uma introdução cada vez mais precoce. Quem anda pela educação assiste a um crescente e perversa inversão dos processos pedagógicos em que o enfoque tornou-se o treino para os testes que, ao que parece, se pretende alargar a outras disciplinas. Não lhe vou chamar conhecimento, chamo-lhe informação formatada e descartável pela premência e frequência da próxima prova, quer seja interna, quer seja externa.
    Se isto até tem um relativo sucesso numa minoria, assessorada por um mercado crescente de explicações, não serve de todo para a grande maioria dos nossos alunos. O sistema necessita dum modelo de validação do conhecimento. Não acredito que seja este, muito menos a esta escala. Mas a história irá demonstrar isso.

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