Archive for the ‘Educação Adultos’ Category

A literacia não é suficiente

28 Junho, 2012

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A formação profissional não resolve os nossos problemas de produtividade

14 Junho, 2012

Dizem-nos que se apostarmos na formação profissional, na formação contínua, na formação para a empregabilidade, nas competências para competir, nas qualificações certas, vamos resolver os nossos problemas de competitividade económica, de produtividade. Isto é um verdadeiro pedagogismo. Mas alguém está convencido disto? Se está é de uma ingenuidade e de uma ignorância totais. Se não está, é de uma má fé extraordinária porque faz o discurso sabendo que não é verdadeiro. Realmente, não podemos hoje subordinar a educação de adultos e a educação em geral a elementos de formação e de ajuste às necessidades do mercado de trabalho, da economia, apenas porque não vamos lucrar nada com isso.
As necessidades do mercado de trabalho e da economia são fluídas, mudam com uma enorme rapidez e a educação não consegue acompanhar nem é bom que acompanhe, porque a educação é importante se dialogar criticamente com estes sectores e com os nossos problemas. A educação não pode ficar de costas voltadas para os problemas do trabalho, da economia, da cidadania. Mas também não pode, por outro lado, dialogar com estes problemas numa posição absolutamente subordinada, de ajustamento.
In “Entrevista com Licínio Lima”,

Como promover a formação para adultos

27 Março, 2012

In “Strategies for improving participation in and awareness of adult learning” (página 121)

Os CEF são de exigência mínima e utilidade dividosa

17 Fevereiro, 2012

O milagre estatístico das Novas Oportunidades reconhecido pela OCDE

15 Setembro, 2011

Au Portugal, le programme « Nouvelles chances » a été lancé en 2005 pour offrir une deuxieme chance a ceux qui ont arreté leurs études a un âge précoce ou qui risquent de le faire, ou aider ceux qui ont déja rejoint les rangs des actifs mais désirent rehausser leur niveau de qualification. Grâce a ce programme, le taux d’obtention d’un diplôme s’établit en moyenne a 96 % en 2009 (soit 34 points de pourcentage de plus qu’en 2008) et plus d’un tiers des diplômés ont plus de 25 ans.
In “Regards sur l’éducation 2011 – Les Indicateurs de l´OCDE” (páginas 48 e 50)

Os portefólios na educação de adultos – vídeo

14 Agosto, 2011

ePortfolios in Adult Learning from Helen Barrett on Vimeo.

O papel do formador de RVCC

19 Julho, 2011

O programa eleitoral do PS para a educação e formação

20 Maio, 2011

A próxima legislatura tem três desafios claros pela frente, no domínio da educação e da formação:
– Concretização da extensão da escolaridade obrigatória até ao fim do ensino secundário
– Generalização do acesso ao ensino superior
– Oferta de novas oportunidades de formação, desejavelmente concebidas para prover uma dupla certificação, escolar e profissional, dos indivíduos
(páginas 61 e 62)

O programa eleitoral do PSD para a educação e formação

19 Maio, 2011

Eixos de Acção para a Mudança:
– Dar sentido de futuro e visibilidade de desenvolvimento estratégico ao sistema de ensino
– Gestão das escolas e envolvimento dos pais e da comunidade
– Criação de uma cultura de transparência orientada para resultados
– Motivar e desenvolver os recursos humanos da educação
– Estabilidade e dignificação da profissão docente
– Desenvolver e consolidar uma cultura de avaliação a todos os níveis do sistema de ensino
– Racionalização e gestão descentralizada da rede de oferta de ensino
– Gestão descentralizada da rede de estabelecimentos de ensino
– Orientar a organização do Ministério da Educação para a criação de valor e para os resultados
– Melhorar a qualidade das aprendizagens no 1º Ciclo
– Aumentar o sucesso escolar nos 2.º e 3.º Ciclos
– Apostar fortemente no ensino técnico e na formação profissional
(páginas 94 a 103)

É proibido falar de avaliação nos cursos EFA

17 Maio, 2011

Numa reunião com a Coordenadora dos Cursos EFA de uma escola pública (ME) foi-me dito que não realizavam avaliação. Naquela escola não se fazia avaliação mas antes validação e certificação. Foi-me ainda dito que a primeira informação que se dá aos Formandos naquela escola é a de que eles no Curso que vão frequentar não serão avaliados. Os Formadores e Mediadores estão “proibidos” de falar em avaliação. (página 101)

Um outro aspecto que me parece interessante destacar é que os Formandos não entendem o Portefólio como uma estratégia de auto-avaliação, talvez por os próprios Formadores não o entenderem dessa forma, como se pode verificar nas respostas obtidas. Logo não conseguem transmitir aos Formandos a função auto-avaliativa do PRA. (página 98)

In “Avaliação das Aprendizagens nos Cursos de Educação e Formação de Adultos de Nível Secundário”, Andreia Carina Mourato Gaspar