Archive for the ‘Função Pública’ Category

Um modelo de gestão de competências na Administração Pública

18 Novembro, 2011

In “A Gestão de Competências na Modernização da AP

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Sem as pessoas certas não se vencem os desafios do futuro

4 Fevereiro, 2011

With both the Congressional and Executive branch job approval ratings holding well below 50% throughout most of 2008, how can government attract the quality talent it will need to combat the issues it will face in the future?

The stark reality is that no matter how well thought out the strategy, no matter how solid the process or how significant the plan, without the right people to carry it out, government cannot advance.

In “Preparing Government for the Future

O escândalo da formação na Administração Pública

13 Outubro, 2010

Foram gastos 2.720,7 milhões de euros em formação e no apoio ao emprego, mas continua a não se fazer a sua avaliação nem a se saber o seu impacto.

Durante o período 2000-2008, pelo menos 145.024 trabalhadores dos 390.000 da Administração Pública Central abrangidos por estes dois programas não tiveram acesso a qualquer formação. E mesmo os que tiveram acesso tiveram direito a participar apenas numa acção de formação em oito anos. Em relação aos dirigentes cada um deles participou, em média, em 2,4 acções de formação; os técnicos superiores em média em 4,8 acções de formação cada um deles; e as chefias administrativas cada uma em média em 3,5 acções no período de 8 anos. Por outras, o governo nem cumpre aquilo que estabeleceu na lei para o sector privado: 35 horas de formação profissional anual a que tem direito cada trabalhador.

In “Divulgar este estudo é também lutar com a má utilização dos fundos públicos”, Eugénio Rosa

Os impactos do RVCC na administração pública de França

7 Setembro, 2010

L’impact personnel
L’obtention du diplôme est source de fierté pour les agents. Notamment pour ceux qui ont rencontré des difficultés scolaires, une certification représente une réussite personnelle et une reconnaissance de la valeur individuelle. Le travail d’introspection exigé par la démarche est parfois rapproché d’une forme de «thérapie» pour certains agents qui prennent ainsi conscience de leurs compétences et de leurs acquis.

L’impact sur la motivation
La VAE permet non seulement une prise de conscience de sa valeur propre mais aussi de son rôle dans l’organisation et des responsabilités exercées. Le travail d’analyse des pratiques amène l’agent à saisir l’utilité de son travail au sein de la collectivité, ce qui donne du sens au quotidien et renforce la motivation. Un responsable du dispositif atteste que «la VAE peut booster les agents en perte de motivation, relancer leur intérêt au travail».

L’impact en termes de professionnalisation
Beaucoup d’agents ont observé un changement dans leur pratique. Pour un référent VAE, «le retour est unanime : les gens ne sont plus les mêmes avant et après une VAE. Ils ont plus de distance, ils réfléchissent plus à ce qu’ils font. Il y a donc une augmentation de la compétence». Le développement des compétences observé peut être lié à la confiance en soi acquise au cours de la démarche, qui entraîne une plus grande assurance et un gain en autonomie dans l’exécution du travail. Selon un agent, «on parle rarement de la valorisation personnelle, mais elle permet de gagner en assurance dans les tâches effectuées quotidiennement et d’être plus performant».

L’impact en termes d’identité professionnelle
Pour certains agents, l’accès au diplôme vient asseoir leur identité professionnelle: «on sait qu’on est un professionnel, alors qu’avant on faisait plutôt du bricolage». Pour des métiers dévalorisés, le diplôme est une source de légitimité. Beaucoup d’agents ont le sentiment de ne plus avoir l’étiquette de «berceuse», «nounou», ou «femme de ménage».

L’impact en termes de dynamique interne
Dans certaines collectivités, il est arrivé que des groupes de travail se mettent en place spontanément autour du dispositif. Initiés autour de la démarche, ils sont aussi l’occasion de créer du lien, d’échanger sur sa pratique ou de développer une réflexion sur le métier. Des réseaux d’entraide se mettent en place, favorisant le développement d’une culture professionnelle partagée.

L’impact en termes de logique de parcours
L’investissement dans une démarche de VAE entraîne souvent une nouvelle appétence pour la formation. Après la validation du diplôme, de nombreux agents formulent d’autres projets de VAE ou de formation. Par cet aspect, la VAE peut représenter, au-delà d’un «constat du passé» une «promesse d’avenir», selon les termes d’Hugues Bertrand.

In “Les pratiques de validation des acquis de l’expérience dans les collectivités”

A avaliação de competências no quadro do SIADAP

19 Agosto, 2010

7 princípios da economia comportamental que os decisores políticos devem respeitar

10 Agosto, 2010

1 Other people’s behaviour matters
People do many things by observing others and copying; people are encouraged to continue to do things when they feel other people approve of their behaviour.

2 Habits are important
People do many things without consciously thinking about them. These habits are hard to change – even though people might want to change their behaviour, it is not easy for them.

3 People are motivated to ‘do the right thing’
There are cases where money is de-motivating as it undermines people’s intrinsic motivation, for example, you would quickly stop inviting friends to dinner if they insisted on paying you.

4 People’s self-expectations influence how they behave
They want their actions to be in line with their values and their commitments.

5 People are loss-averse
And hang on to what they consider ‘theirs’.

6 People are bad at computation
When making decisions: they put undue weight on recent events and too little on far-off ones; they cannot calculate probabilities well and worry too much about unlikely events; and they are strongly influenced by how the problem/information is presented to them.

7 People need to feel involved and effective to make a change
Just giving people the incentives and information is not necessarily enough.

In “Behavioural economics: seven principles for policy-makers

O índice de Bem-estar do Canadá

4 Agosto, 2010

Canadian Index of Well-being  CIW

O PIB morreu, viva o FIB (Felicidade Interna Bruta)

19 Julho, 2010

Os princípios de sustentação do FIB são:
– Promoção do desenvolvimento sócio-económico sustentável e igualitário;
– Preservação e promoção dos valores culturais;
– Conservação do meio ambiente natural;
– Estabelecimento da boa governança.
In “Felicidade Interna Bruta (FIB) é índice mais eficaz que PIB

Por quê o PIB é inadequado para medir o bem-estar?
Indicadores do FIB

Conferência sobre Gestão do Talento na Administração Pública

21 Maio, 2010

O Instituto Nacional de Administração (INA) promove, no dia 25 de Maio, a audioconferência “Talent Management: ensuring a future-proof public service”, apresentada por Colby Pope, Strategic Relationship Manager da National School of Government no Reino Unido.

Inscrições

Como definir objectivos de trabalho

1 Maio, 2010

In “Writing Good Work Objectives